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O primeiro item em minutos. A profundidade, quando fizer falta.

Estados, tipos e prioridades já vêm configurados no primeiro projeto. Workflow, campos personalizados e sprints existem atrás de uma porta que você abre no dia em que precisar — e não antes.

Organização nova entra numa fila de aprovação antes de criar projeto e convidar gente. A tela diz em que pé está, e você já pode escrever enquanto espera.

Toda ferramenta séria de gestão de trabalho cobra um administrador antes de deixar o time trabalhar: alguém que configure workflow, esquema, campo, permissão e visão.

Esse custo não aparece na compra e aparece inteiro na adoção. As ferramentas que fogem dele fogem junto da profundidade — o Trello é aprendido em minutos e trava na primeira dependência de verdade, o Linear é rápido e recusa processo, o ClickUp tem tudo e entrega a decisão para quem só queria trabalhar.

O que o produto faz

Nasce pronto, cresce sob demanda

Um projeto novo já vem com Epic, Story, Task, Bug e Spike, cinco estados de Backlog a Concluído e quatro níveis de prioridade. Ninguém precisa configurar nada para criar o primeiro item.

A configuração inteira existe: estados por projeto, regras de transição, tipos, nove tipos de campo personalizado. Dois projetos da mesma organização podem rodar quadros diferentes — um em Kanban puro, outro em Scrum.

Excluir um estado que ainda tem itens não é permitido sem você dizer para onde eles vão. Um workflow que muda e deixa item órfão é o jeito mais silencioso de perder trabalho, e a tela pergunta em vez de adivinhar.

FlowQL: uma pergunta em português

estado:aberto e responsavel:eu() e prazo < hoje() devolve o que você perguntou. A mesma linguagem alimenta a busca, o quadro, a lista e as visões salvas — um conceito, quatro lugares, em vez de quinze telas de filtro.

O e é implícito, e não/e/ou funcionam sem acento — e not/and/or também, porque quem vem do Jira digita em inglês sem perceber.

O e liga mais forte que o ou. A alternativa faria a consulta mais comum do produto responder o contrário do que você quis, devolvendo uma lista plausível — e erro que devolve lista plausível é o pior tipo de erro.

Teclado, e uma superfície só

⌘K — ou Ctrl+K, fora do Mac — abre um campo que procura coisas e ações ao mesmo tempo. Não existe um atalho para buscar e outro para comandar: escolher entre os dois antes de apertar é exatamente a pergunta que a paleta existe para não fazer.

? lista os atalhos que valem naquela tela, e não uma tabela fixa. No quadro, o cartão se arrasta com o ponteiro e com o teclado.

Quem registra um comando é o componente que já desenha o botão. O mesmo if governa os dois, então “ação que a tela não oferece não aparece na paleta” continua verdadeiro sem ninguém precisar lembrar.

O quadro que aguenta, e a sprint que fecha

O ambiente de demonstração traz um projeto com 600 itens, para o quadro provar em vez de prometer. Arrastar é otimista: o cartão vai na hora e, se o servidor recusar, ele volta com o motivo escrito.

Sprint planeja, roda e encerra, e o que sobrou é proposto para a próxima. Story point alimenta a velocity; estimativa em horas e apontamento de tempo moram ao lado, sem se misturar.

Cartão nenhum tem sombra. Sombra significa “levantado”, e por isso ela existe em exatamente um lugar no quadro: o cartão enquanto está sendo arrastado. Pegar levanta, soltar assenta.

O que é seu é só seu

As anotações são pessoais por padrão: editor de blocos, markdown enquanto se digita, páginas dentro de páginas, lixeira com restauração. Citar FLW-142 dentro do texto cria um link vivo, com título e estado.

A agenda mostra a semana com o que toma tempo e o que vence nesse meio: prazo de item, fim de sprint e data-alvo de release aparecem sozinhos.

Anotação e evento são as duas únicas coisas do produto isoladas por pessoa, e não por empresa. A sua anotação é invisível para a dona da organização, e isso está provado por teste — inclusive pedindo pelo id direto.

E também existe

Papel por equipe, com o maior papel vencendo em projeto compartilhado. Hierarquia de itens, dependências, checklist com responsável e prazo, anexo, comentário com menção e histórico imutável de tudo que mudou.

Releases e roadmap com a promessa original desenhada junto — a timeline mostra o atraso contra o plano, e não só a data de hoje. Visões salvas com escopo pessoal, de equipe ou de projeto.

O painel de plataforma existe para quem opera o servidor: fila de aprovação, plano por organização e registro do que foi decidido. Ele conta e decide — não lê conteúdo de ninguém.

Os dados da sua empresa não vazam para outra — e quem garante é o banco, não a nossa disciplina

Todo isolamento entre clientes que você já viu depende de alguém não esquecer o filtro. O nosso também depende — duas vezes — e por isso existe uma terceira camada que não depende de ninguém.

  1. camada 1

    A organização sai da sessão

    Nunca de um parâmetro que o navegador manda. Se vier na URL, ela é conferida contra a sessão — não usada no lugar dela.

  2. camada 2

    Todo SQL filtra por organização

    E uma regra de arquitetura quebra o build de quem esquecer. Não é revisão de código, é compilação.

  3. camada 3

    O Postgres recusa sozinho

    Row-Level Security ligada e forçada em toda tabela, inclusive para o dono dela. A aplicação se recusa a subir se detectar que está conectada como superusuário.

A camada 3 é a que muda o modo de falha. Sem ela, uma consulta que esquece o filtro devolve o dado do vizinho. Com ela, devolve zero linhas: o erro vira bug visível na tela em vez de vazamento silencioso que ninguém descobre.

Por cima disso, um teste varre todos os endpoints do produto, chama cada um autenticado como cliente A contra um recurso do cliente B e exige recusa — nunca sucesso. Rota nova entra na varredura sozinha. E a resposta é 404 quando revelar a existência do recurso já seria vazamento: você não descobre que a organização vizinha existe pela mensagem de erro.

Comparação honesta

Nenhuma linha desta tabela é sobre o que planejamos. É sobre o que está no ar hoje, dos dois lados.

CritérioJiraTrelloClickUpLinearWorkgrid
Tempo até o primeiro itemdiasminutoshorasminutosminutos
Precisa de administrador para começarsimnãosimnãonão
Workflow e campos por projetosim, profundonãosimlimitadosim
Linguagem de consultaJQL, cifradonãofiltrosfiltrosFlowQL, legível
Produto inteiro pelo tecladonãonãonãosimsim
pt-BR nativo, não traduzidonãonãonãonãosim
Anotação pessoal isolada por pessoanãonãonãonãosim
Relatórios ágeis (burndown, velocity, CFD)simparcialsimparcialainda não
Automação com regrassimsimsimlimitadaainda não
Tempo real e presençafracoparcialparcialsimainda não
Integração com Git e CIsimvia Power-Upsimsimnão
Importar do Jira ou do Trello—simsimsimainda não
App mobile nativo com offlinesimsimsimsimnão
Ecossistema de extensõesenormegrandegrandemédionão existe

Onde o Workgrid ganha

  • Começar. Não há tela de setup entre o cadastro e o primeiro item.
  • Perguntar. FlowQL é uma linguagem que uma pessoa de marketing lê em voz alta. O JQL é a melhor ideia da categoria e a pior embalada.
  • Velocidade de operação. Fluxo inteiro sem tocar o mouse, com uma superfície de comando só.
  • Isolamento. Três camadas, sendo uma delas dentro do banco, e uma varredura automática sobre todo endpoint.
  • Português como produto. A voz é escrita em pt-BR, não traduzida dele. Erro diz o que houve e como resolver, sem pedir desculpas.

Onde o Workgrid não ganha, e é honesto dizer

  • Contra o Jira, em relatório e ecossistema. Burndown, velocity e fluxo cumulativo não existem hoje. Marketplace não existe e não está no plano próximo.
  • Contra o Jira e o Linear, em Git e CI. Branch, commit e PR citando a chave do item, com transição automática no merge: eles têm, nós não.
  • Contra o Trello, em preço de entrada e mobile. O Trello é grátis e tem app nativo com offline. O Workgrid é responsivo até 375px e roda no navegador.
  • Contra o ClickUp, em quantidade de visão. Ele tem 15; nós temos quadro, lista, tabela, timeline e agenda. É recusa deliberada.
  • Contra o Linear, em velocidade bruta. Ele é local-first. Chegamos perto do que você sente, não da arquitetura dele.
  • Contra todos, em idade. Eles têm anos de casos de borda encontrados por milhões de pessoas. Nós temos meses.

Planos

Teste

3 pessoas e 3 projetos. Sem custo, sem prazo para expirar.

O limite é contado no banco, no momento de criar — e a tela não oferece o botão que vai falhar. Não é uma versão capada: é o produto inteiro, com estados, campos, sprint, FlowQL, agenda e anotações, num tamanho de time em que dá para julgar se ele serve.

Criar conta

Ilimitado

Sem limite de pessoas nem de projetos.

O preço ainda não está definido, e escrever um número aqui antes da hora seria pior do que não escrever. Ele sai quando sair — e até lá o produto inteiro já está no Teste.

Comece pelo Teste. Quando o time passar de 3 pessoas ou 3 projetos, a troca é imediata e não exige migrar nada.

Trocar de plano é uma linha no painel de quem opera a plataforma. Ninguém precisa migrar dado, exportar nada nem recriar projeto.

Serve para

  • Times de produto e engenharia de 10 a 200 pessoas que já saíram do Trello e não querem pagar o custo de implantação do Jira.
  • Times que rodam Scrum ou Kanban e querem os dois convivendo na mesma organização, em projetos diferentes.
  • Times ao redor da engenharia — design, marketing, operações — que hoje ficam de fora porque a ferramenta fala engenheirês.
  • Empresas que precisam responder onde os dados estão e preferem que a resposta seja uma decisão de arquitetura escrita a uma promessa comercial.

Não serve para

  • Quem precisa de relatório executivo hoje. Burndown, velocity e dashboard ainda não existem. Se a decisão de compra passa por um gráfico, não é agora.
  • Quem vive dentro do Git. Sem integração com repositório e CI, a chave do item continua sendo copiada à mão para o nome do branch.
  • Quem trabalha majoritariamente pelo celular. Não há app nativo nem modo offline.
  • Quem quer uma suíte. Chat, documento colaborativo, whiteboard, OKR e CRM estão fora — e não por falta de tempo.
  • Quem precisa migrar cinco anos de Jira na semana que vem. Os importadores de Trello e Jira ainda não existem.
  • Quem exige SSO com SAML. Hoje há e-mail com senha, Google e GitHub.

Perguntas

Os dados da minha empresa podem aparecer para outro cliente?

Precisariam falhar três coisas independentes ao mesmo tempo: o contexto que sai da sessão, o filtro em todo SQL, e a política de isolamento dentro do Postgres — que está ligada e forçada em toda tabela, e vale inclusive para o usuário dono do banco. A aplicação nem sobe se detectar que está conectada como superusuário.

Além disso, um teste chama todos os endpoints do produto com credencial de um cliente contra recursos de outro, e exige recusa em todos. Endpoint novo entra nessa varredura sozinho.

Quem opera o servidor consegue ler os itens e os comentários da minha empresa?

Não, e não é uma questão de confiança: não existe rota nem função no banco que devolva item, comentário, anexo ou evento para quem opera a plataforma. O painel conta e muda estado — quantas pessoas, quantos projetos, qual plano, aprovado ou não.

Cada decisão vai para um registro com autor, data e o que mudou, escrito na mesma transação da mudança. E quem opera a plataforma não pode participar de organização nenhuma: acumular os dois papéis faria a mesma pessoa ser quem aprova e quem é aprovado.

E a LGPD?

Hoje: qualquer pessoa baixa uma cópia dos próprios dados em JSON, sozinha, pela tela de ajustes — é botão, não chamado de suporte. O formato é o legível por máquina que a lei pede.

O que ainda não está pronto: exclusão e anonimização por autoatendimento, e política de retenção automática. Isso é feito hoje por solicitação. Preferimos escrever isso a colocar um selo de “LGPD compliant” na página.

Como faço para trazer o que já está no Jira ou no Trello?

Hoje, à mão ou por script contra a API — os importadores com pré-visualização e mapeamento de campos ainda não existem. É a nossa limitação mais cara e a mais conhecida: custo de migração é o fosso real de quem já está lá dentro. Se o seu volume é grande, essa conversa entra antes da conversa de preço.

Qual o tamanho de time que funciona?

O alvo é de 10 a 200 pessoas. Abaixo de 10, o plano de teste provavelmente já resolve e o Trello também.

Acima de 200, o produto tecnicamente aguenta — o quadro é exercitado com 600 itens e a busca tem orçamento de 200 ms de p95 numa base realista —, mas as coisas que times grandes cobram (relatório executivo, portfólio, SSO corporativo) ainda não existem.

Se eu conectar o Google Agenda, o que exatamente acontece?

Só leitura, e só se você pedir. O escopo solicitado é calendar.readonly: o Workgrid nunca escreve na sua agenda do Google, e evento criado aqui não vai para lá. Você escolhe em qual organização cada calendário aparece, porque sem essa escolha a agenda do cliente A apareceria dentro do cliente B.

A credencial fica cifrada com AES-256-GCM, amarrada à sua conta, e desconectar apaga a credencial e a cópia dos eventos numa operação só. O efeito colateral, que é justo saber: a sincronização é disparada quando você abre a tela — quem não abre, não sincroniza.

Por que a minha organização entrou “em análise”?

Toda organização nova nasce assim e não cria projeto nem convida gente antes de ser aprovada. Enquanto isso, ela existe, é lida por quem já está nela e continua exportável — trancar a leitura transformaria “aguarde” em “seus dados sumiram”. A tela diz o que está pendente e quais botões voltam depois.

Dá para rodar dentro da minha infraestrutura?

Tecnicamente, sim: o produto inteiro sobe com um comando de Docker, sem instalar Java, Node ou Postgres, e sem nenhuma variável obrigatória. Na prática, isso é conversa comercial e de suporte, não impossibilidade técnica.

Comece com 3 pessoas e 3 projetos

Sem cartão, sem prazo de expiração, sem tela de configuração entre o cadastro e o primeiro item. Se em uma semana o time não estiver trabalhando dentro, o problema é nosso e a gente quer saber qual foi.